segunda-feira, 25 de fevereiro de 2008

Conto: A Porta

"Jesus respondeu: "Façam todo o esforço possível para entrar pela porta estreita, porque eu lhes digo: muitos tentarão entrar, e não conseguirão. Uma vez que o dono da casa se levantar e fechar a porta, vocês vão ficar do lado de fora. E começarão a bater na porta, dizendo: 'Senhor, abre a porta para nós!' E ele responderá: 'Não sei de onde são vocês'. E vocês começarão a dizer: 'Nós comíamos e bebíamos diante de ti, e tu ensinavas em nossas praças!' Mas ele responderá: 'Não sei de onde são vocês. Afastem-se de mim.'" Lucas 13, 23-27

"A most melancholy voice sobbed, 'Let me in - let me in!' 'Who are you?' I asked, struggling." Lockwood, em Wuthering Heights, de Emily Brontë



Amanda e eu nos conhecemos na boate. Não dentro: na porta.

Eu pastoreava uma matilha de amigos, todos pavlovianamente vestidinhos no melhor estilo da estação, e só eu de roupas coloridas. Amanda nos relanceou um olhar e sentenciou: todos entram, menos o aloha. Camisa florida aqui, nunca.

Eles escorraçaram-se para dentro e eu não ranqueei um segundo olhar de Amanda. Resignado, carreguei minhas frustrações para casa.

Correram algumas semanas e a tribo decidiu, num supetão, voltar à boate. Como sempre, eu estava fantasiado de eu-mesmo e carimbei: aquela ruiva vai me deixar na porta de novo. Eles me tranqüilizaram: imagina!, se eu fosse barrado, iríamos todos para outro lugar, e muito melhor!

Amanda me farejou de longe e não tirou as narinas de mim. O pessoal pressentiu: a ruiva da porta está toda aberta pra você. Assentamos mais de hora na fila e Amanda sempre me desviando olhares sonegados. Quando chegou nossa vez, chicoteou: os amiguinhos com estilo, entram, o camisa-florida, fica. E não me olhou mais.

Os amiguinhos, aqueles putos, nem tossiram: tinham esbarrado com a Alicinha na fila, combinaram de se esbarrar mais lá dentro, e você viu a bunda da Alicinha hoje?, não podiam deixar a bunda da Alicinha na mão!, e entraram. Eu, mais uma vez, me deportei de volta pra casa.

No mês seguinte, meus mui-amigos planejaram com antecedência uma nova ida à boate. Eu não queria participar, mas houve pressão. Aparentemente, a bunda da Alicinha estaria lá. Por sorte, tia Eulália morrera no ano anterior e eu tinha algumas roupas escuras no armário.

Depois da hora ritual de fila, os suplicantes chegaram diante do oráculo. Os olhos de Amanda sussuraram, discretíssimos, que me reconheciam, mas o resto de seu corpo preferiu não se comprometer. Fez um gesto soberbo e ganhamos entrada, sem burocracias.

Tirando o bundão da Alicinha - realmente fenomenal, mas melhor apreciado diariamente, de nove às onze, no posto seis - a boate era a estampa de qualquer outra: escura, ensurdecedora, emaranhada, esfumaçada.

E, por entre a fumaça, logo vi o cabelo malagueta de Amanda marchando com diligência, olhando para o escuro, estalando os saltos. Pensei: está a minha espreita! Mas não: ventou por minha mesa duas vezes e não fez nada. Por fim, fez. Ocupou a cadeira à minha frente e desferiu: eu não devia ter te deixado entrar. Você nessas roupas é a profanação de um lugar sagrado. E a culpa é minha. Daqui a duas horas, o movimento some e eu estou liberada. Me espere aqui e vamos entrar em um lugar muito melhor. E entramos.

Nossos dois anos de casamento foram delirantemente felizes, até o dia em que eu estava tomando banho e ouvi, por entre a água, o som da chave na fechadura. Só Amanda tinha a chave. Fechei a água e chamei: Amanda? Ela uivou: sou eu, sou eu, abre a porta, por favor, me deixa entrar. Tudo bem?, eu quis saber, ainda no chuveiro. A essa hora, ela deveria estar no trabalho. E por que sua chave não funcionava? A resposta veio num estalo: abre essa porta agora, rápido.

Pinguei pelo banheiro, correndo, mal encostando a toalha no corpo, tocou o telefone e nem atendi, mas a secretária atendeu:

Alô? Tem alguém em casa?, implorou a voz. Era Norma, colega de trabalho de Amanda. Atende, por favor, suplicou e, então, desabou: meu deus, não sei o que fazer, a Amanda, ela, nós estávamos tentando entrar no ônibus, o motorista não parou, ela foi correr atrás, tentou pular pela porta aberta e o motorista fechou a porta na hora, ela ficou com o braço preso, foi sendo arrastada, meu deus, meu deus!, e eu, já enxuto, me aproximei do telefone, mas não atendi, olhei a porta, mas não abri, coloquei a mão sobre a secretária e senti sua vibração: eu corri atrás do ônibus, não acredito que estou contando isso para uma secretária, você não está aí?, não sei o que fazer, eu corri atrás do ônibus, vi a Amanda sendo arrastada pela rua, ela gritou o tempo todo, eu também, os passageiros gritaram, mas o motorista não parava, não parava, até que parou, parou e fugiu, mas ela já estava morta, morta, e estou aqui do lado do corpo, preciso de voc-clique.

No silêncio, ouvi a respiração canina de Amanda do outro lado e caminhei até lá. O som do meu celular tocando chamou sua atenção e ela se achegou à porta, me deixa entrar, por favor, eu preciso entrar, eu preciso te ver, e passou os dedos sensualmente em volta do olho mágico, como se alisando meu rosto, aqueles dedos de unhas longas e negras que sempre me excitaram.

Acariciei a maçaneta, que soluçou mecanicamente ao meu toque. Amanda eriçou as orelhas e ganiu: por favor, eu não quero ir embora, você prometeu que iríamos ficar juntos pra sempre, que me protegeria e me acompanharia, não pode me largar aqui fora, eu te peço.

Me espalmei contra a porta como uma lagartixa e fiquei apreciando Amanda, registrando cada poro, cada pestana, sentindo ainda o aroma cítrico do seu sabonete de limão, embalado pelo som frustrado da chave na fechadura, chorando lágrimas secas.

Algum tempo depois, sumiu. Só fui vê-la de novo quando reconheci o corpo.

Escrito por Alexandre Cruz Almeida
http://www.interney.net/blogs/lll/

Ass.: Robson Jr - Por essa você não esperava hein...

Caso Yoñlu

O que leva uma pessoa a cometer um ato tão desesperado quanto o suicídio? Foi o pensamento que me ocorreu ao saber do caso do garoto Vinícius Marques, o Yoñlu(como preferia ser chamado) de 16 anos que se matou por intoxicação no banheiro de casa. Para Vinícius o suicídio o livrou de um mundo ao qual ele não conseguia se encaixar.
Mas Vinícius era acima da média, era genial, sem exageros, era músico, filho de família rica e aparentemente sem problemas que fossem tão extremos. Ele tinha 16 anos, é a minha idade, e eu nunca tentei suicídio, e eu também sou músico, não sou dos mais burros, as vezes não me encaixo nesse mundo e muitas vezes estive na merda e nem por isso quis acabar com a única coisa que me deram de cobrar nada em troca, a minha vida.
O caso Vinícius me fez pensar mais seriamente sobre o outro lado da internet, o lado frio e inescrupuloso de quem incentiva o suicídio. Se você tem 40 anos, é broxa, sua mulher te largou, foi demitido e tem câncer nos testículos e quer se matar, problema seu, otário. Mas pra que incentivar que outras pessoas façam o mesmo? Se existe um Inferno ele é pequeno pra você.
A Internet mudou o mundo, ela nos deixou mais afastados do que a ilusão que é a globalização diz talvez conceitos devam ser modificados antes que ocorram mais tragédias.
Esse garoto é só mais um caso entre outros que ficaram famosos na rede, Yoñlu não só se matou, ele matou seus pais, matou todos que o cercavam e acabou com uma vida tão promissora quanto a dele, não existe nenhuma música capaz de reparar isso, como ele erroneamente afirmou. Ele errou, foi fraco ao ceder, e digo mais, ele faltou com a inteligência quando mais precisou dela.
Até os mais individualistas dos filósofos condenam o suicídio. O suicídio não leva nada, é um atestado de fraqueza, de egoísmo e é uma abdicação a liberdade.
Claro que estou falando isso tudo sentado em frente ao meu computador ouvindo Pink Floyd e sou alheio aos pensamentos de Vinícius. Mas de uma coisa eu sei: Nada é suficientemente ruim que não possa piorar nem suficientemente bom que não possa melhorar, porém nenhum conceito é mais estável que a liberdade, que é intransferível, e não há motivo que justifique abrir mão dessa liberdade.
Mesmo em condições péssimas, as vezes irreversíveis, aqueles que sabem ver pelos olhos daqueles que o amam sempre vão dar uma nova chance a vida. Por mais que tentem, o descanso de Vinícius, por mais precoce que pareça, jamais será em paz.

Ass.: Robson
Jr - É foda, plena Segundona, post atrasado, foi mal...

domingo, 10 de fevereiro de 2008

E a banda da semana é...


Rifem os tambores (piadinha infame). A banda da semana é o Guns N' Roses, Gays N' Posers para um velho amigo meu. Eles são chatos, fazem barulho, só tem dois discos que prestam e se odeiam. Legal isso. Todo mundo diz que é modinha de poser, e blá, blá, blá. Mas é maneiro, é a banda mais "perigosa" do mundo mesmo. Eu gosto de uma porrada de música do Guns, mesmo não sendo uma banda digna de ser adorada, deve ser respeitada.
A música é Welcome to The Jungle. Confiram o videozinho do YouTube.



Composição: Axl Rose / Izzy Stradlin

Welcome to the jungle
We got fun 'n' games
We got everything you want
Honey we know the names
We are the people that can find
Whatever you may need
If you got no money honey
We got your disease

In the jungle
Welcome to the jungle
Watch it bring you to your sha na na na na... knees, knees
I wanna watch you bleed

Welcome to the jungle
We take it day by day
If you want it you're gonna bleed
But it's the price you pay
And you're a very sexy girl
That's very hard to please
You can taste the bright lights
But you won't get them for free
In the jungle
Welcome to the jungle
Feel my, my, my, my serpentine
I, I wanna hear you scream
Welcome to the jungle
It gets worse here everyday
Ya learn to live like an animal
In the jungle where we play
If you got a hunger for what you see
You'll take it eventually
You can have anything you want
But you better not take it from me

In the jungle
Welcome to the jungle
Watch it bring you to your sha na na na na... knees, knees
I wanna watch you bleed

And when you're high you never
Ever want to come down,so down,so down,so down YEAH!
Down!

You know where you are?
You're in the jungle baby
You're gonna die
In the jungle
Welcome to the jungle
Watch it bring you to your sha na na na na... knees, kness
In the jungle
Welcome to the jungle
Feel my, my, my, my serpentine
In the jungle
Welcome to the jungle
Watch it bring you to your sha na na na na... knees, knees
In the jungle
Welcome to the jungle
Watch it bring you to your
It's gonna bring you down
Huh!


Ps.: Ando um tanto poser esses dias, repara não.

Ass.: Robson Jr - Eu mesmo, e não estou sob efeito de porra alguma

Sobre o Carnaval


Alguém viu alguma coisa na tv que não se tratasse do carnaval durante esse mês? Se viu me conte, eu devo estar desinformado. Porque tudo que eu consegui captar foram imagens da "festa" pelo Brasil.
O foco é, o carnaval é um atraso produtivo e cerebral (por que não?). Um feriado de cinco dias, no meio da semana, que existe simplesmente para que as pessoas encham a cara e façam idiotices escrotas enquanto se endividam e esquecem dos problemas mundanos. Um momento para aliviar o stress? Que nada! É só ver as brigas nos barracões das "escolas" de samba.
Que me processem, mas o carnaval é a celebração da estupidez humana (vide a "moça" ao lado) como diria Renato Russo. É só pensar sobre a grana que se gasta pra ficarem cinco dias á toa, enquanto o Lula inventa o IOF pra ferrar o rabo dos sambistas desavisados. "Pão e vinho ao povo, blá, blá, blá", malditos romanos.
O fato é que alguém tem que acabar com essa sodomia. Pode até parecer coisa de conservador de direita e de hipócrita (de um certo ponto, é sim). Mas cinco dias são uma eternidade paranóica, pois o país para pra transmitir e respirar o carnaval, uma festa, como se tudo estivesse correndo super bem quando na verdade estamos mesmo é fudidos.
A maior taxa tributária do mundo (desviada para os bolsos dos "chefões"), gente passando fome, leis imbecis sendo aprovadas sem o conhecimento do povo, crianças sem escola, ignorância estimulada, crise econômica e mais uma porrada de merdas acontecendo e você ai, sentado no sofá vendo o desfile das campeãs. Parabéns.
Aprendam de uma vez por todas que país de vigésimo mundo como o nosso não pode parar por cinco dias pra pular em Salvador ou sei lá onde, isso não existe em buraco nenhum do mundo. O carnaval é inútil, totalmente inútil, a não para aqueles que se aproveitam dele decidir nosso destino. Paranóia? Não, visão além do alcance. Gênio.
Já viu como o cidadão volta endividado e ferrado depois do carnaval. O carnaval acontece no inicio do ano, inicio das aulas, e o ano só começa depois do carnaval. Brasileiro é burro mesmo, tem mais é que se fuder. Eu odeio carnaval, e com eu adiantei, me processem. Sou menor de idade mesmo...¬¬.

Ps.: Antes de me acusarem de rockeiro revoltado, o movimento hippie não serviu pra porra nenhuma (a não ser pra aumentar o consumo de drogas), os EUA só saíram do Vietnã porque tomaram uma surra. E o Woodstock não sensibilizou nenhum presidente. Assistam "O Gangstêr".

E antes de acabar (empolguei), eu li num blog (massa) a seguinte frase: "E você, que só sabe sambar, o que é que fará, quando o rock voltar?". Ele vai voltar, espero, acho. Hehehe.

New link: http://respeitemeusmullets.blogspot.com/

Ass.: Robson Jr - A "comunidade carnavalesca" me odeia.

segunda-feira, 4 de fevereiro de 2008

Voltei... Passei... Fui-mei !!!


Olá queridos miguxos felizes e saltitantes, que andam por aí pela a internet (surfar é brega), aqui estou eu de novo, Mr.Purple, para dividir com vocês experiências, idéias, opniões ou coisas totalmente inúteis.
Estoi here para falar de 2008, ano de mudanças (todo ano é ano de mudanças), principalmente climáticas, catastróficas e caóticas. É esse ano que esperamos que aqueles e-mails proféticos se concretizem: amazônia acabando, água evaporando, sem chuva, seca, calor dos infernos, todo mundo de cabeça raspada, radiação, contaminação em alimentos por venenos, trangênicos mutantes, gorduras trans acima da média, obesos morrendo um atrás do outro, grupos de extermínio neo-nazistas, massacre de sem terras, falta de carne, nascimentos prematuros por causa de remédios e cigarros, alcoolismo entre jovens subindo à níveis épicos, menos aprovados em faculdades federais e faculdades particulares de quintal vendendo diplomas, tráfico de drogas na porta da creche do seu filho.... e mais um milhão de coisas!
Bem vindo ao ano de 2008 baby, esse será um ano de luta, e só sairá vivo daqui quem é forte! prepare sua mente, porque seu corpo não vai aguentar.

ass: Mr.Purple, voltando a postar aqui, mas apenas nos finais de semana, pois tenho 2 faculdades no bolso para cursar, uma de manhã e outra à noite.

domingo, 3 de fevereiro de 2008

Você é o que você ouve.


No meu ócio musical de férias eu estava passando pelo cifras.com.br quando encontrei uma curiosa informação referente a uma pesquisa feia pela revista Super Interessante que relaciona o gosto musical de cada pessoa a sua personalidade.
A preferências musicais de cada individuo definem a sua personalidade, e os psicólogos Peter J. Retfrow e Samuel D. Gosling, da Universidade do Texas, conseguiram demonstrá-lo cientificamente. Há alguns anos, conceberam o Teste Breve das Preferências Musicais (STOMP, na sigla inglesa) e submeteram as suas perguntas a várias centenas de jovens. Segundo se depreende dos resultados, publicados na revista Journal Of Personality and Social Psychology, se o leitor for adepto de blues ou do jazz, é provável que seja inteligente, imaginativa, tolerante e liberal, além de aberto a novas experiências.
Os participantes podiam atribuir até cinco estrelas a cada música. As votações baseavam-se, separadamente, na qualidade da música e das letras. Porém, quando os utilizadores ficavam a conhecer a avaliação dos outros, o top 10 mudava drasticamente. As pessoas escolhiam o que pensavam agradar mais aos outros. "É o grande paradoxo dos mercados culturais: o êxito é imprevisível", explica Salganik, lembrando que os indivíduos não costumam tomar decisões sozinhas na vida real. "Em geral", acrescenta, "as melhores canções nunca ficam muito mal classificadas e as piores não recebem boas notas, mas qualquer resultado é possível."

Heavy Metal: Tipo de personalidade; Curiosos, inteligentes, atléticos, seguros de si.

Jazz/Blues: Tipo de personalidade; Inteligentes, criativos, liberais e tolerantes.

Ópera/Clássica: Liberais, perspicazes, com níveis de educação superiores e maiores rendimentos do que a média, majoritariamente casados.

Rap/Hip-Hop: Tipo de personalidade; Extrovertidos, loquazes, enérgicos, elevada auto-estima.

Pop: Tipo de personalidade; Felizes, generosos, previsíveis e convencionais, são considerados pessoas atraentes.

Rock: Tipo de personalidade; Ativos, aventureiros e com maior tendência do que a média para se declararem ateus.

Agora resta se enquadrar, eu acho que não consigo, sou muito farofeiro musicalmente.
Se virem.

Ass.: Robson Jr - Caramba, é bom estar de volta e ver que as visitas nunca pararam.

sábado, 2 de fevereiro de 2008

O Retorno Triunfal

Olá amigos leitores! Aqui estou eu após mais de um mês de ausência, primeiramente pra pedir desculpas pela falta e para dizer que algumas coisas mudaram no Império do Mal. Esse ano eu entro numa fase muito delicada da minha vida chamada vestibular, o que tornará meu tempo escasso. Isso fez com que eu tomasse algumas medidas para que vocês não ficassem sem o Império do Mal de forma tão prematura. A partir de hoje nós retornaremos com as postagens, que por minha parte só poderão ser publicadas aos fins de semana. Acaba que com isso todos ganham, as postagens feitas com um período maior de tempo vão aumentar em qualidade. E nós da equipe teremos mais tempo para preparar as postagens. Também espero por novos parceiros até o mês de Março. Então é isso, fins de semana serão guardados para a adoração do Império. Até logo.

Ass.: Robson Jr- Equipe de edição.

Esse blog foi feito...

Para pensadores esclarecidos, ou não...
Para poetas clássicos, ou não...
Para leitores convictos, ou não...
Para você, ou não...
Para mim, ou não...
Para sua mãe, sempre!

  © Blogger template 'Star Wars' by Ourblogtemplates.com 2008

Back to TOP