segunda-feira, 5 de abril de 2010

A Vida é Doce - Lobão

Com a mesma falta de vergonha na cara eu procurava alento no
Seu último vestígio, no território, da sua presença
Impregnando tudo tudo que
Eu não posso, nem quero, deixar que me abandone
Não posso, nem quero, deixar que me abandone
Não posso, nem quero, deixar que me abandone não

São novamente quatro horas, eu ouço lixo no futuro
No presente que tritura, as sirenes que se atrasam
Pra salvar atropelados que morreram, que fugiam
Que nasciam, que perderam, que viveram tão depressa,
Tão depressa, tão depressa
São novamente quatro horas, eu ouço lixo no futuro
No presente que tritura, as sirenes que se atrasam
Pra salvar atropelados que morreram, que fugiam
Que nasciam, que perderam, que viveram depressa, depressa demais
A vida é doce, depressa demais.
A vida é doce, depressa demais.
A vida é doce, depressa demais.

E de repente o telefone toca e é você
Do outro lado me ligando, devolvendo minha insônia
Minhas bobagens, pra me lembrar que eu fui a coisa mais brega
Que pousou na tua sopa. Me perdoa daquela expressão pré-fabricada
De tédio, tão canastrona que nunca funcionou nem funciona
Me perdoa,
Me perdoa, a vida é doce,
Me perdoa, me perdoa, me perdoa...

terça-feira, 30 de março de 2010

Ahhh os tempos modernos...

Sabe qual é a magia de ser DONO de qualquer coisa? É que no maravilhoso sistema capitalista o DONO faz o que quiser com a sua PROPRIEDADE.
Ou seja, eu posso muito bem escolher o que os outros vão postar por aqui, porque eu sou o DONO do blog...
Mas vou deixar o texto do Masao onde ele está sem "porquês" a idéia dele é simplesmente um grito, um berro ininteligível e sem fundamento...


Ass.: Robson Jr. – Obrigado pela atenção.

sábado, 27 de março de 2010

Curiosidade...

Não mata ninguém, mas te faz passar por cada situação...

Hoje teve uma batida de carro aqui na esquina da minha rua, coisa normal, aqui SEMPRE teve batida, já destruíram o muro da minha casa, o da vizinha, derrubaram árvores, capotaram, um ônibus já entrou em outra casa, é foda...

Mas tipo, toda vez que isso acontece o clima pesa na rua, ninguém sai, o primeiro a sair já é logo humilhado pelos os gritos dos vizinhos que estão na janela pronto para atacarem..

- CURIOOOOOOOOOOOOOOOOOOSO!!!!!!!!!!!!!!!

Horrível sair na rua depois d'uma dessas, mas é a vida, tudo segue seu caminho.

Hoje a situação foi diferente, todo mundo estava na calçada, vieram me avisar. Eu sai e encontro todos perto do local da batida, nada grave, apenas um idiota que não respeitou a placa de PARE, coisa normal.

- Menino, você ainda está mastigando a carne??

Eu estava mastigando a carne e com o copo de suco na mão, e metade do almoço ficou na cozinha.

Enfim, curiosidade não mata ninguém, mas te faz passar por cada situaçãooooooo...


Franco Larbelo - Curiooooooooooooooooooooso.

sexta-feira, 26 de março de 2010

Maconha


Planta curiosa não é mesmo? Desperta a curiosidade de todos, até mesmo daqueles que não a conhecem intimamente ou que até mesmo nunca tiveram nenhum tipo de contato com ela. O início de seu uso data desde os tempos dos antigos impérios asiáticos (Genghis Khan, por exemplo), as mudas eram dadas como um presente entre reis e pessoas importantes da sociedade, e seu uso e cultivo eram considerados sagrados.
Foi então que veio a época da expansão comercial européia e com ela as colonizações, povos asiáticos e africanos ofereciam como um presente aos seus colonizadores em tempo de paz, ou seja, maconha era especiaria, agrado meu irmãozinho.
Mas assim que o mundo se ocidentalizou vieram os preconceitos morais e a proibição da erva, que é sim um bem natural que deve ser respeitado como os outros e o seu uso é nada mais que uma escolha pessoal, sua entrada no mundo pop revelou vários ícones usuários e mudou a cabeça de várias gerações.

A discussão em volta do uso, da legalização e até mesmo das questões relacionadas a saúde são questões legais e não morais. E não adianta me dizer que não, porque é isso ai mesmo, pois álcool e nicotina não são melhores e nem piores para a sua saúde do que a erva, porém são mais rentáveis.
Vício? Sim, com certeza, mas tudo vicia, até água, e tudo em excesso faz mal. Agora, se um adulto quer ficar doidão, que importa com que substância seja? Direito constitucional a vida? Temos que proibir então remédios, álcool, automóveis e a própria respiração, pois a condição para a morte é estar vivo. 100% das pessoas vivas vão morrer, e não dá pra mudar isso.
Então eu sou a favor de legalizar, pois pelo menos as pessoas podem escolher seu jeito peculiar de se matar, ao invés de usar o que todo mundo usa. Não há como morrer com dignidade, mas é possível viver com ela. Todo homem é livre para fazer o que quiser se ele estiver preparado para arcar com as conseqüências, mas os lideres não pensam assim, pois consideram a sociedade incapaz de arcar com as conseqüências e nos prendem para diminuir nossa compreensão do mundo e ganhar nosso controle, nos tiram das costas a responsabilidade para que sejamos obedientes ao invés de livres. Vida que segue. E você, o que escolheria? Liberdade com responsabilidade ou prisão com cegueira? Quer ir pra cadeia ou quer ir pra casa?

Ps.: Esse é um texto de cunho crítico científico com o objetivo de gerar discussão e não expõe hábitos da vida pessoal do escritor ou qualquer um de seus colaboradores, não faz apologia, propaganda ou qualquer tipo de motivação ao uso de qualquer uma das substâncias citadas. Hahahahahaha.... ai, ai, as vezes nem eu me aguento....

Ass.: Robson Jr. – Legalize já! Pelo direito de escolher.

domingo, 28 de fevereiro de 2010

Estamos de cara nova!

Boa tarde macacada! Como vocês devem ter notado, o Império do Mal está diferente, de cara nova. Passei um tempo apanhando para os tamplates, depois pro java, depois pro html, depois pra todos eles juntos. Mas deu certo, está ai, em versão beta mas está ai. Se a aprovação do layout for boa, vamos mantê-lo. Enfim, voltamos, estamos por aí, na espreita. Sejam bem-vindos de volta ao Império do Mal!


Ass.: Robson Jr. - Ano novo, vida nova...

João

João queria ser padre, seu irmão estava preso, seu pai era alcoólatra, e sua mãe, puta. E João sempre foi a ovelha negra da família.

Ass.: Robson Jr. - Still alive... so far.

sábado, 27 de fevereiro de 2010

Pessoas e afins

Isso aqui nao eh uma homenagem a alguem em especifico, ate pq assistindo vem a mente pelo menos 5 pessoas, que parecem muito(inclusive a fisionomia) com o personagem.



"Ohh!I feel lonely" ah que doh ...

(Vi no Chongas

quarta-feira, 24 de fevereiro de 2010

Adalberto

Adalberto era um tolo, um otário por assim dizer. Viveu nesse mundo por 59 anos, vai viver eternamente no outro, espero que aprenda a viver pelo menos.
Adalberto tinha uma esposa, mas se divorciou, nunca teve filhos. Ainda bem que não.
Adalberto nasceu no Rio de Janeiro, e não gostava de praia, nunca entrou em um avião. Tinha uma renda de classe média, um apartamento de classe média, um carro de classe média, uma aparência medíocre, era calvo, baixo, com uma barriga protuberante (vítima da cerveja).
Adalberto morreu de rir, aos 59 anos, ele afirmou ter finalmente entendido o pensamento feminino, quando foi me contar caiu na gargalhada e morreu. Idiota.

Ass.: Robson Jr. - Calma que tem mais por aí...

Ultimas palavras

Nunca se esqueça de escolher uma destas quando a hora chegar...

1. Corte o fio vermelho, eu tenho certeza!

2. Pode subir que agüenta mais um...

3. O que acontece se eu apertar este botão?

4. Vou acender um fósforo...

5. Não levo desaforo para casa!

6. Esse vai passar perto!

7. Deixa comigo...

8. Melhor você largar isso!

9. Não puxe o pino!

10. É uma cirurgia simples...

11. Você não é homem para fazer isso!

12. Ahhh! O que não mata, engorda!

13. Que isso, cara! Eu sou só o encanador...

14. Vou te denunciar!

15. Pode falar, doutor, é serio?

16. Este avião está descendo muito rápido!

17. Agora só falta um...

18. Buraco? Que buraco?

19. Atchim! (dentro do armário)
20. Vai que dá!

21. Por aí não, por aqui é bem mais rápido...

22. Não se preocupe, eu sei nadar...

23. Posso ver uma luz no final do túnel se aproximando rapidamente..

24. Ou vai ou racha!
25. Fique calmo, vai acabar tudo bem!

26. Não vem vindo carro não, pode ir...

27. Não é nada disso que você está pensando, a gente pode explicar tudo!

28. Tá tudo bem, eu sei o que estou fazendo.

29. Não vai ser tão fácil assim não...

30. Eu cuido dele.

31. Você não é nada sem essa arma.

32. Quer casar comigo?

33. Ahaaa, achei...


Coisas bizarras do mundo RPG...

domingo, 21 de fevereiro de 2010

Ahhh os velhos tempos


Voltei, bando de estrume, só pra dizer que eu tenho mais o que fazer, e foi exatamente por isso que eu estou ausente, e que minhas postagens agora serão cada vez mais raras. Por que? Porque eu sou brasileiro porra, trabalhador e estudante, e ainda MÚSICO. Acha mesmo que eu sou do tipo desocupado que escreve em blog? Se você pensou em "sim", está certo, eu sou. Só que eu não sou desocupado, eu posto de teimoso mesmo. E que se foda!
O negócio é que eu ando meio que com raiva de algumas coisas e alguns "alguéns" os quais os nomes não serão citados e por isso só vou conseguir postar coisas sobre ódio, tomara que muita gente veja isso, porque assim pelo menos vai ter que me acompanhe na minha fúria.
Mas é como se diz, ódio é uma coisa tão linda que nem sequer precisa ser direcionada, então lá vai uma lista de expressões que eu quero gritar nesse momento:

-Viado
-Corno
-Filho da puta
-Baitola
-Bichona
-Frouxo
-Puta
-Puta que o pariu
-Puta que me pariu
-Puta que nos pariu
-Vagabundo(a)
-Corno denovo
-Retardado
-Idiota
-Imbecil
-Filho bastardo de uma puta barata
-Sua mãe tá na zona e seu pai ta na porta vendendo bilhete
(Esses dois são ótimas ofensas)
-Desgraçado(a)
-Infeliz
-Vá tomar no cu
-Maldito(a)
-Filho de uma égua
-Porra
-Caralho
-Buceta
(Esses últimos não são palavrões, são gírias)
-Fudido do caralho(isso é um xingamento)
-MORRA, MORRA, MORRA, QUEIME NO INFERNO E VÊ SE ME ESPERA QUE EU TO CHEGANDO PRA FUDER SUA VIDA! (Já isso aqui é uma praga, e uma ameaça)

Ass.: Robson Jr. - Desejando a todos(as) uma ótima semana.

Esse blog foi feito...

Para pensadores esclarecidos, ou não...
Para poetas clássicos, ou não...
Para leitores convictos, ou não...
Para você, ou não...
Para mim, ou não...
Para sua mãe, sempre!

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