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quarta-feira, 12 de outubro de 2011

Tempo perdido.

Esse post não é homenagem ao Renato Russo.

Esse post não é uma homenagem ao Legião Urbana.

Esse post não é homenagem ao Rock in Rio.

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Ultimamente eu estava caminhando pelo mundo da internet, no maior estilo malvadeano (nadando e bebendo água). E me deparei com um blog que há muito tempo estava esquecido em minha conta do Google.

Meu primeiro Blog... sniff sniff sniff.

Poucos vão me reconhecer, principalmente os novos postadores. Nem o Robson vai me reconhecer.

Mas vai reconher agora.

Eu era o Mr. Purple. Uma criatura antiga nesse blog. Que tinha esse nome por causa da banda Deep Purple. Puta que pariu, que merda héim!?

Por favor, não me procurem nos arquivos, não vale a pena.

Bem, quem sabe outro dia eu apareça aqui e poste algo.

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Dia das crianças? Eu sabia que hoje é dia da padroeira e blá blá blá... mas eu, sinceramente, nunca descobri o porquê (tá certo?) do dia de hoje ser o dia das crianças. Vá numa escola, ou numa creche. todo dia é dia da criança, bagunça pra caralho, gritaria, brincadeiras, deveres de casa super fáceis e lavagem cerebral intensa.

Esse é o país da criança, tudo aqui é feito pra criança, nossos jovens são crianças, e... MEU DEUS, tem até pessoas com 30 anos que agem como crianças. E o pior, eles (elas) não sabem andar.

Isso me lembra um professor meu que certa vez perguntou para mim:

- você já correu em cima de um muro?

Ou seja, o cara pensou que eu sou da geração de jovens que nunca caíram na vida, nunca levaram uma queda de um muro, nunca capotaram de uma bike, nem voaram uns 4 metros numa queda de skate. Já sangrei pra caralho nessa vida!

Mas, o leitor deve agora estar pensando:

- esse post está confuso pra caralho.

E realmente está. mas... está confuso porque a situação é a seguinte.

- As crianças mudaram.

todo mundo é criança, temos uma grande geração de retardados que tem medo da universidade até completar 23 anos e quando entra na universidade fica até os 27 porque tem medo do mercado de trabalho.

Só que... ninguém mais anda de bicicleta, ou corre em cima do muro, ou anda com um estilingue (peteca, baladeira, depende da região). Os jovens e as crianças não sabem correr. Isso é preocupante.

CORRAM PORRA!

Franco Blackbird (Mr. Purple)... Esse foi um post para o dia das crianças. Por incrível que pareça.

terça-feira, 30 de agosto de 2011

I'll be Back

Galerinha do mal!!!

Eis que retorno do mundo dos casados para uma nova postagem...
kkkkkk
Aqueles que não acreditavam, existe sim vida após o casamento!!!
Meninos e meninas, ladies and geantlemans eis que o blog mais tosco e banal da história tem seu regresso em grande estilo!!!
Agora com mais estilo, mais força, mais intenso e muito mais retardado!!!
Espero que agora o resto dos animais que postam nessa jossa voltem a postar coisas cretinas...
Então está aí! Beijo na bunda e até uma nova postagem

sexta-feira, 8 de outubro de 2010

Masao


Foi ontem mesmo que eu vi meu amigo Masao... O meu camarada tava cansado, arrisco dizer abatido.
Ele foi até a minha casa após alguns telefonemas, bom, ele estava bem diferente, mas tava feliz...

Masao é um tipo de cara que fala muito e muito pouco, entende? Um cara que sempre tem uma opinião sobre tudo mas fala pouco de si mesmo.
Ele se diz talentoso, inteligente e o escambau, mas é só mais um doido entende? Um que nem eu e muitos outros. Não digo que ele não seja inteligente, é um cara que tem boas idéias e tudo mais. Mas o Masao, na minha opinião, viveu pouco e sem pressa, por isso também vai viver mais... E por isso também não sabe de algumas coisas e não experimentou muitas outras. E isso não destrói sua dita imagem, ou máscara.
O Masao faz muitas coisas pra sua família, chega cedo, quase nunca exagera em nada, estuda, e quando precisa trabalha. O Masao segue regras que eu nem conheço.
O Masao saiu de casa, vamos deixar assim, e vive a própria vida agora. O Masao está apaixonado também sabia? Incrível dizer, mas é uma menina.
Uma menina que eu meio que conheci, eu estava num momento pouco sociável, entendeu? Tava louco... foda-se. Enfim, não deu pra entender porra nenhuma. Hahaha galera tá rindo aqui enquanto eu escrevo.

Enfim, o que eu quero dizer é que o Masao está com problemas, e sabe disso, tomara que a energia que ele põe nisso tudo seja recompensada. O cara é meu amigo, eu acabo com ele e massacro ele com palavras pesadas, e um pouco de deboche. Sim, eu sou um cara chato. Mas isso não quer dizer que eu não goste dele. Esse filho da puta só precisa por a cabeça pra funcionar e logo ele se dá bem, em qualquer hipótese, que esteja preparado para a vida.

Parte amigo do peito: Masao, meu caro, vire homem de uma vez por todas seu puto, honre suas calças e faça seu caminho ser menos sofrido de agora pra frente. Que deixe de ser passivo seu japonês baiano da porra. Entendeu Masao? Lembra quando eu te falei que ia dar merda e tu não me ouviu? Vai me ouvir agora?
Tá bom, chega, te cuida seu japonês sem vergonha do caralho...

Ass.: Robson Jr - Amigo é coisa pra se guardar: Meu irmão, não pare na pista, se você para o carro pode te pegar.

sábado, 18 de setembro de 2010

Texto de um mês atrás...

Repassando minha vida como se fosse um filme eu percebi que certas cenas precisavam ser refeitas, por um novo ângulo e com uma interpretação diferente, às vezes faltou vontade, às vezes paixão, e às vezes falei quando deveria me calar.
Aprendi recentemente que não existe essa história de viver sem arrependimentos, todo ser tem alguma coisa passada da qual se arrepende e isso é normal e viver com isso é o certo a se fazer, é isso ou a loucura.
Se minha vida fosse mesmo um filme seria um “curta metragem” independente com poucos recursos financeiros e filmado com uma câmera doméstica. Mesmo assim, como qualquer vida, seria uma obra de arte, breve e marcante, grande não em tempo, mas em conteúdo.
Seria um filme que eu não gostaria de saber o fim, que fosse surpresa. E que fosse feliz, na medida do meu merecimento. Não sei falar de finais nem gosto de finalizar histórias, mas se é para ter um fim no meu filme que seja digno de um Oscar, ou, vá lá, de um Globo de Ouro.
Não sei dizer qual capítulo da minha vida está sendo filmado agora, mas posso fazer uma análise rápida do que eu vi até agora, baseado, é claro, na experiência que eu tenho como diretor da minha própria vida.
Aprendi, e não faz muito tempo, que tem como viver feliz, e que essa história de “vida razoável” é desculpa para o fracasso, que as pessoas podem ajudar umas as outras e que a natureza humana não é tão ruim quanto se pensa. Aprendi que o homem precisa de um grande amor para viver, e que respeito não se aprende, se conquista, aprendi que solidão só ensina que o sofrimento é ruim, e para saber isso não é preciso sofrer.
Eu percebi que amigos verdadeiros são aqueles com quem você pode confiar pra qualquer coisa e que não falham em te dizer a verdade, mesmo que doa. Percebi que muitas vezes fazer a coisa certa não é o certo a fazer e que justiça é um conceito subjetivo demais e deturpado demais para ser absoluto.
Aprendi que sua família existe para te ajudar mesmo quando eles não sabem o que estão fazendo, descobri que a inveja não só mata o invejoso como fere o invejado. Aprendi que compreensão existe, mas infelizmente é moderada e pouca gente tem.
Eu tinha falado de amor, aprendi que amor de verdade não dói, e que ele é necessário para todos, mesmo para aqueles que não podem entendê-lo. Por mais amargo e apático que um ser humano possa chegar, com um pouco de reflexão qualquer pode tirar uma conclusão parecida.
Gosto de lembrar que liberdade é um sinônimo de responsabilidade e que amizade, amor, confiança e verdade são fundações do ser. Desse jeito, repassando minha vida como se fosse um filme, eu vejo um bom roteiro original, com uma trama bem montada, algum drama e muitos altos e baixos.
Cheguei na conclusão de que no final do filme, para conquistar o público e a crítica e principalmente o bem-estar pessoal é preciso que o personagem principal esteja satisfeito com o desenrolar da história, e que no final, com tudo colocado na balança, o saldo da vida seja positivo e dê pra sorrir mesmo que o protagonista esteja cansado, e que as lágrimas sejam de alegria e que tudo possa ser compartilhado e que não seja tarde demais.

Ass.: Robson Jr. - Ainda filmando...

quarta-feira, 21 de abril de 2010

Tédio de quem não dorme ...

Poema de Uma Madrugada de Abril.

E ainda fabricou dentro de si
E ainda fabricou a fantasia e o ermo
E ainda fabricou dentro de si
A solidão manchando todo o mundo de medo

Ainda restaurou dentro de si
A ira do fracasso e o gozo da vitória
Ainda restaurou dentro de si
A linda imagem da verdade no espelho

" Mas viveu eternamente em lembrança
Dos malditos e dos belos
Que viveram seus grandes momentos
Como a chama da renovação
“Que é a essência do homem”.


Robson Jr.
Goiânia, 21 de Abril de 2010. 02h35min da Manhã.


Poema de uma madrugada de Abril, da Coleção: Coleção de noites de maresia em casa, grandes histórias. Ed. Ladies and Gentlemans. Goiânia, 2010.

domingo, 28 de fevereiro de 2010

João

João queria ser padre, seu irmão estava preso, seu pai era alcoólatra, e sua mãe, puta. E João sempre foi a ovelha negra da família.

Ass.: Robson Jr. - Still alive... so far.

quarta-feira, 24 de fevereiro de 2010

Adalberto

Adalberto era um tolo, um otário por assim dizer. Viveu nesse mundo por 59 anos, vai viver eternamente no outro, espero que aprenda a viver pelo menos.
Adalberto tinha uma esposa, mas se divorciou, nunca teve filhos. Ainda bem que não.
Adalberto nasceu no Rio de Janeiro, e não gostava de praia, nunca entrou em um avião. Tinha uma renda de classe média, um apartamento de classe média, um carro de classe média, uma aparência medíocre, era calvo, baixo, com uma barriga protuberante (vítima da cerveja).
Adalberto morreu de rir, aos 59 anos, ele afirmou ter finalmente entendido o pensamento feminino, quando foi me contar caiu na gargalhada e morreu. Idiota.

Ass.: Robson Jr. - Calma que tem mais por aí...

Esse blog foi feito...

Para pensadores esclarecidos, ou não...
Para poetas clássicos, ou não...
Para leitores convictos, ou não...
Para você, ou não...
Para mim, ou não...
Para sua mãe, sempre!

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