segunda-feira, 16 de fevereiro de 2009

E a burrice vence mais uma vez.

Eu, apesar de narcisista, sou uma pessoa preocupada com o futuro, especialmente com o futuro da música. Há, vocês vão dizer: "É claro, você só gosta de música nesse mundo". É verdade, e é por isso que eu me senti obrigado a escrever aqui hoje. Recentemente, como é de conhecimento de qualquer imbecil que lê os jornais, o funk carioca, "estilo" de música que surgiu nas comunidades periféricas do Rio de Janeiro(Favelas) e que mistura elementos da música eletrônica e do funk clássico, porém com uma versão pervertida do estilo que consagrou Stevie Wonder e aqui no Brasil o Tim Maia, tem sido manchete dos jornais do país todo, não por ser uma maravilha de música(não é, é uma porcaria) e sim por haver uma votação correndo na Câmara dos Deputados(tão respeitada casa) que prevê que o funk carioca deve se tornar um "patrimônio cultural brasileiro".
O projeto saiu das mãos dos próprios artistas do estilo e chegou às mãos atadas dos deputados, que provavelmente vão votar a favor da proposta. Bom, agora sim, minha opinião:
Senhores, o funk carioca, a não ser por falar em português de nada lembra a cultura nacional, tão pouco está enraizado no imaginário popular ao ponto de ser considerado um patrimônio. O funk não passa de uma recente cultura de massa que está passando por uma boa fase, como o beat pop, a música não tem qualidade o suficiente para resistir aos anos.
E falando de qualidade musical, eu falo da qualidade cultural, a capacidade de transmitir uma mensagem que seja aproveitada pelo povo de maneira positiva, porém a mensagem de perversão que o funk passa com suas letras de baixo valor poético, com mensagens pobres e fúteis que não vão acrescentar nada na educação defasada do brasileiro.
O funk não é um movimento cultural, não passa nenhuma mensagem importante ao povo, não tem qualidade músical, é somente um movimento da moda das massas e além do mais, é patrocinado pelo tráfico na maioria das vezes, os elaboradores do projeto exigem que os bailes funks sejam tratados como um show qualquer, porém, como a maioria dos bailes ocorrem nas favelas é necessário a presença de policiamento, detectores de metais e o que mais for para evitar as recorrentes tragédias.
Bom, em um estado onde um poder paralelo é admirado por boa parte da população pobre e o próprio governo se vê refém do tráfico e da criminalidade que o acompanha era mesmo de se esperar que um projeto de lei desse viesse acontecer, afinal, ao invés de lutar contra a ignorância vamos apoiá-la e quem sabe conseguir alguns votos dela.
Os tempos mudaram, mas o povo ainda é o mesmo, se contentam com nada, perdem seu tempo votando pelo funk, ou por qualquer outra porcaria que seja e esquecem o que é realmente importante. É por isso que eu digo, o brasileiro vive como merece, e isso é muito mais verdade no Rio de Janeiro, a maior favela do Brasil por sua própria culpa e incompetência.
E enquanto isso, pão, vinho...e funk ao povo.

Sem imagens por hoje, se quiserem dar uma olhada no assunto, dêem uma olhada aqui, eu recomendo: http://antifunk.blogspot.com/

Ass.: Robson Jr. - Um conservador musical e cultural, que presa pelo bem-estar do povo mas que sabe mais do que todo mundo que a ignorância é uma benção.

17 comentários:

*Talitinha 18 de fevereiro de 2009 13:47  

Ah, claro. A ignorância sempre foi uma bênção. Principalmente para o tipo de políticos que venham (infelizmente) votar a favor de transformar o funk em 'patrimônio'.
Óh meu Pai. Onde esse Brasil vai parar?!
Adoro seu senso crítico.

Samuel 18 de fevereiro de 2009 23:01  

Cara acho horrível isso;
eu penso que o "planeta" Brasil é um país muito diversificado e tipo a cultura muda muito de lugar pra lugar e fica até difícil de explicar oque "é" Brasil pra um extrangeiro porque mesmo sendo brasileiro vc mesmo seria um extrangeiro em outros partes...
Talvez funk (e os grupos antigos) como cidinho e doca que falam da realidade do morro e tem uma mensagem (na maioria das vezes) boa pra passar, poderiam ser considerados "patrimônios" culturais das favelas e não do Brasil!!
E outra eu sinto vergonha de funk...ficaria puto se daqui alguns anos o Brasil ao ínvez de ser lembrado pelo seu samba (embora não seja só isso), seja lembrado pelo funk!!=S

Felipe 19 de fevereiro de 2009 02:46  

[Eu, apesar de narcisista]...
asuhasuhuhaas dei trela amigo robson ,, c ja sabe que eu vou fazer uma critica ne?
nao sou cm seus chupa bolas que axa vc esperto
eu no fundo no fundo te conheço i sei a sua fraqueza. narcisismo eh isso ai amigo eu tbm te axo lindo nao eh so vc ..

Robson Jr. 19 de fevereiro de 2009 11:59  

Você me acha lindo? *Robson indo ao banheiro vomitar*


Ahh, estou sem palavras...

Robson Jr. 19 de fevereiro de 2009 12:00  

Rapaz, funk que eu gosto eu já falei, é o funk de verdade, do Tim Maia, do Jorge Ben Jor, do Earth, Wind and Fire, Stevie Wonder e por ai vái...o funk lixo carioca devia mais é se enforcar e morrer de vez...

O Zé Ruela 19 de fevereiro de 2009 17:17  

Kra,pela primeira vez,concordei com o que vc escreveu(ta que nao eh a primeira,mas vamo fingir que eh)a proposito esse blog q vc passou muito bom kra.

Felipe 19 de fevereiro de 2009 20:31  

vei c eh meu amigo sak i por mais q oc tente parecer esse machão ae c sabe que nao eh
por dentro c eh bem sensivel
sei disso pq vc eh meu irmao
i seu fdp c num manda mais recado pra perguntar cm agente ta nao ne fdp
continua com esse robsoncentrismo ;O)

Samuel 19 de fevereiro de 2009 21:11  

"oc tente parecer esse machão ae c sabe que nao eh
por dentro c eh bem sensivel." - É, pior que é verdade mas, o Robson não é egocentrico tbm não, ele se importa com os outros até demais...XD

Robson Jr. 20 de fevereiro de 2009 00:56  

Desde quando o assunto sou eu? Ahh sim, desde sempre, eu SOU o centro do universo...ou não?

Felipe 20 de fevereiro de 2009 13:54  

eh caro amigo robson voce eh o centro do seu universo assim cm eu sou do meu i o samuel eh do dele
mas voltando a parte de vc ser sensivel vc nunk admite mass,,,
eu sei moss i isso feiz eu me importa com vc
ow vc axa que eu um cara desse tamanho morrendo de fome ia dividir a metade do meu lanche com um qualquer?
ehh caro amigo

Robson Jr. 20 de fevereiro de 2009 13:59  

"eh caro amigo robson voce eh o centro do seu universo assim cm eu sou do meu i o samuel eh do dele"


Rapaz, que filosofia de buteco é essa? Hahauehaeuhaeuha


Ei, eu me importo com as pessoas sim, eu tenho sentimentos seus filhos das putas...
Claro, eu não hipócrita, tem gente que eu quero ver morto, mas quem não quer?

Felipe 20 de fevereiro de 2009 15:57  

te amo amigo robson

Robson Jr. 20 de fevereiro de 2009 16:01  

...

Felipe 22 de fevereiro de 2009 21:42  

eu sei que c quiz dizer tambem te amoo
ca sabe que foii

*Talitinha 2 de março de 2009 21:25  

Ai meu Deus. Olha só, as pessoas só colocam esse estereótipo de que quem tem sentimentos é bicha ou sei lá o quê. Isso não é verdade e quando o Robson precisa ele mostra os sentimentos dele sim. E muitas vezes sem medo de ser feliz, ou infeliz.
:D
Tô nem aí se pensam que eu babo ovo pro Robson; só sei que ele é fera e escreve bem ;D Tem seus pontos ruinzinhos mas faz parte - como esse caráter auto destrutivo dele que-não-deixa-ele-ir-pra-frente-nesse-mundo.
Agora: achar q ele é esperto e pensar saber que ele tem uma fraqueza são coisas TOTALMENTE DIFERENTES. E sentimentos não são fraquezas (só para os fracos que são ;D)
.
Ah, colocar à mostra o ponto fraco dos outros não é nada legal - sinceramente. Pense se fosse você, saca? Gostaria de ter sua fraqueza revelada ao mundo? Tá, ainda bem, espero que tenha entendido :)

- Gosto do Tim Maia :D e eu juro que se for preciso eu vou morar na roça sem rádio e sem televisão; pros meus fiotes não terem que ter uma onda sonora desse lixo que é o funk carioca passando pelo ouvido deles ;)

Robson Jr. 4 de março de 2009 18:36  

Uau...essa doeu :D
Viu seus putos, tem quem me entenda nesse mundo...ou não?
Vou dar a vocês o benefício da dúvida...

Felipe 8 de março de 2009 22:26  

asuhuhauhas gnt querendo entrar no nosso trialogo de robson samuel i felipe... fecha a janela ae..

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